mudar de vida: ser saudável e feliz

Será fome emocional ou fome física?

Fome emocional ou fome física? Sabes se comes porque tens realmente fome ou simplesmente porque “não tens mais nada para fazer”?

Eu apercebi-me muito tempo antes de decidir mudar de vida que a minha fome era emocional, tal como expliquei aqui.

Eu comia porque não tinha mais nada para fazer, porque não conseguia estar simplesmente a ver televisão ou no computador. Comia porque queria preencher um vazio ou uma necessidade qualquer.

Como descrevi neste post sobre compras, era difícil comprar roupa. Ficava deprimida. Ao chegar a casa devorava tudo o que encontrava para me sentir melhor. Como é óbvio isto só ia piorar a situação.

 

Vamos lá então tentar distinguir a fome física da fome emocional.

 

 

Segundo a nutricionista Iara Rodrigues (no livro Emagreça sem Fome) uma forma de distinguirmos se a nossa fome é física ou emocional é fazermos a nós próprios as seguintes perguntas:

  • Sou capaz de comer quando não estou com fome?
  • Como mais quando estou nervoso, triste, com raiva, aborrecido ou ansioso?
  • Como mais quando estou sentado ao computador horas a fio a trabalhar num ritmo frenético?
  • Como muitas vezes quando estou no sofá sem nada para fazer?
  • Considero a comida uma companhia ou um refúgio?

Se respondeste positivamente a pelo menos duas das questões, a tua fome é emocioal!

 

Outra forma de distinguir é pensares nesta questão:

“Tenho tanta fome que comia brócolos cozidos?”

Se a resposta for positiva, então o melhor é mesmo ires cozer uns brócolos. Caso contrário, deves fazer algo que te distraia, nem que seja ir limpar o pó!

 

Este post ajudou-te? Descobriste que, tal como eu, também tens este problema da fome emocional?

 

Futuramente irei escrever um outro artigo sobre este tema, sendo o foco principal um conjunto de estratégias que permitem contornar a fome emocional.



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